
Sabe quando você tá andando de bicicleta e, de repente, teu pai deixa de conduzir a bike pra você andar sozinho? Psiu. Você era capaz de andar sem o auxílio dele faz um tempo, mas sabe como é, só por segurança. Você fica naquela mistura de sentimentos, tá adrenado por que tá sozinho, tá feliz pelo progresso, mas tá com um medo dos diabos de cair. Mas você vai. Você cai, você levanta e vai que vai.
Sabe quando você tá na fila do Turbo Drop ou qualquer elevador de parque de diversões. Você tá na fila, com os teus amigos, querendo muito que a fila ande mais rápido, mas quando chega a tua vez, aquela mistura estranha de sensações volta e você até pensa em ceder a vez, mas não faz isso? Psiu. Quando acaba, você sente aquela coisa boa que te faz virar pro lado e dizer pro teu amigo: Vamo de novo?
E quando aparece a chance da sua vida mudar completamente? Uma grande chance, novos ares, novos desafios, mas muito longe do teu porto seguro, dos teus amigos e da tua história. É claro que você quer se lançar nela, mas sua defesa mental começa a te bombardear com os “e se?”… Psiu. Dane-se. Tem hora que é preciso se jogar de novo, pedalar uma nova bike, soltar as mãos e deixar o turbo drop descer com tudo. O medo vai, a adrenalina sobe, e aquela sensação de “vamo nessa!” fala mais alto. Não dá pra saber se não tentar, não dá pra acertar se não houver também uma chance de erro, não dá pra voltar sem antes ir.
Faça o melhor naquilo que depende de você. E não tenha medo.
Ao infinito e além!
To the stars, babe! (*Frase de Monika Veiga, que não tinha medo de meter as caras)



